O público-alvo destes cursos são todos aqueles que têm que operar uma máquina de impressão e precisam de perceber o que se passa no equipamento e quais os factores que afectam o desempenho do processo.
Uma pesquisa inicial mostrou que as pessoas que se consideram competentes obtêm normalmente percentagens de 40% nos testes de conhecimentos. O objectivo que temos é aumentar o nível de conhecimento que é retido para mais de 85%. As chefias normalmente obtêm uma percentagem mais alta que os operadores, mas ao nível da gestão os valores são mais baixos. Isto mostra que todos poderão beneficiar deste curso. Por outro lado, poderá haver quem queira seleccionar apenas algumas lições em particular, sem ter como objectivo a obtenção do Certificado.
As lições aplicam-se a qualquer formando, independentemente da sua área de especialidade. A intenção é proporcionar-lhe não só o conhecimento dos aspectos comuns a todas as formas de serigrafia como também a compreensão de cada uma delas.
Existem lições que tratam especificamente de determinados sistemas e técnicas utilizadas nas várias áreas.
HISTÓRIA
PATENTES DE SERIGRAFIA
Método Selectasine
FUNCIONAMENTO DA MÁQUINA
PREPARAR A MÁQUINA
Procedimentos de preparação
Operar o equipamento com segurança
PARÂMETROS DE PREPARAÇÃO
Suporte
Preparar a racleta
Preparar o distribuidor
Preparar o fora de contacto
O peel off
A tinta
Preparar o secador
Alimentação e empilhadores
Verificação da primeira saída
Importância da preparação
OPERAÇÃO DA MÁQUINA EM PRODUÇÃO
Principais causas de interrupção
Redução das variáveis
AMBIENTE
Considera ç o es ambientais
RESPONSIBILIDADE AMBIENTAL DO IMPRESSOR
A sua responsabilidade
O que é o desperdício?
QUAIS AS CAUSAS DE DESPERDÍCIO?
A qualidade dos consumíveis
Preparação da máquina
Manutenção da máquina
Os outros nomes do desperdício
DESCARGAS DE EFLUENTES NO AMBIENTE
Como cumprir a regulamentação dos efluentes
Descargas para a atmosfera
CONTROLO DOS RESÍDUOS
Utilização dos consumíveis
GESTÃO DOS RESÍDUOS
Resíduos sólidos
Resíduos líquidos
Mantenha um registo do suporte desperdiçado
Política ambiental da empresa
RESPONSABILIDADE AMBIENTAL DA EMPRESA
Iniciativas para redução dos resíduos
Visitas “Fast track”
A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL DE 1990
Acções e penalidades por não cumprimento
A norma ambiental ISO 14001
Sistema de Gestão Ambiental
INCREMENTO DA LEGISLAÇÃO
Regulamentos sobre resíduos perigosos de 2005
EM CONCLUSÃO
DISTRIBUIDOR
FUNÇÃO DO DISTRIBUIDOR
FABRICO DO DISTRIBUIDOR
PREPARAÇÃO DO DISTRIBUIDOR
Distribuidores com “asas”
Novos modelos de distribuidor
Pontos-chave
SECAGEM & CURA
PRINCÍPIOS DA SECAGEM E CURA
É secagem ou cura?
Sistemas de secagem/cura de base solvente
Cura UV
Pontos-chave na cura UV
COR
O QUE É A COR?
Corantes
Sistemas de mapeamento da cor
Outros sites a visitar
QUALIDADE
PERCEPÇÃO DA QUALIDADE EM SERIGRAFIA
Distância de visionamento
Tempo
Como é iluminada a imagem
Parâmetros de qualidade adicionais
Qualidade dos consumíveis
Sistema de qualidade
SISTEMAS DE TINTAS ESPECIAIS
TINTAS ESPECIAIS
Fotoluminescentes
Tintas-espelho
Reflectoras
Tintas fluorescentes ou “day glow”
Tintas perolescentes
Electroluminescentes
Termocrómicas
Fotocrómicas
Tintas perfumadas ou “raspe e cheire”
Tintas de briho
Tintas de acção luminosa - UV sensível à luz
Tintas ferrosas
Reflexo – Tintas que desaparecem
Revestimento anti-bacteriano
Preto térmico
Basta juntar água
Tintas que saem com água
Hologramas
Tintas de eliminação por fricção/ tintas de raspar
QUADRICROMIA
PRINCÍPIOS
Princípios do processo de quadricromia
Como as tintas de processo alteram a luz branca
Uma ilusão óptica
ORIGEM
Parâmetros de origem
Altas luzes e sombras
Lineatura da tela
Ganho e perda de ponto
Tela
Moiré
Ângulos da tela
CONTROLO E MEDIÇÃO
Controlar e medir a cor
Gama de cor
Equilíbrio de cinzentos
Densitómetro
Medição do ganho e perda de ponto
Trapping
Barra de cor
Registo
Impressão a cores de alta fidelidade
Prova
APLICAÇÃO
Controlo do processo de quadricromia
Densidade
Densidade da espessura da película de tinta
Sequência de impressão
Regras da impressão em quadricromia
Caracterização da máquina de impressão
Imagem típica para caracterização
Como efectuar os testes
Curvas de ganho de ponto ISO
Resumo da quadricromia
PRINCÍPIOS
ELEMENTOS BÁSICOS
Princípios da serigrafia
Função de cada componente
Relação entre a racleta e a matriz
EXEMPLOS DE SERIGRAFIA
VANTAGENS
DESVANTAGENS
CONTROLO DAS VARIÁVEIS
Áreas que requerem uma atenção especial
SAÚDE & SEGURANÇA
Condições relativas à pele
FICHAS DE DADOS
Classificação e rotulagem
Frases de risco e de segurança
Equipamento de protecção individual (EPI)
PRODUÇÃO DE MATRIZES
Esticar e colar a tela
Preparação da tela
Emulsões de revestimento
Exposição da matriz
Revelação da imagem
Recuperação das matrizes
Materiais ambientalmente sensíveis
ZONA DE IMPRESSÃO
Secagem
Manusear tintas e solventes
Tintas de cura UV
COMPREENDER AS FICHAS DE DADOS DOS MATERIAIS
Responsabilidade legal
Como está estruturada a ficha de dados de segurança
Informação sobre as 16 secções
Como pode o impressor encontrar o que lhe interessa?
Glossário
A SUA LISTA DE VERIFICAÇÃO
RACLETA
FUNÇÃO DA RACLETA
A acção da racleta
Definição do ângulo de montagem e do ângulo de eficácia
O que acontece na máquina de impressão
Efeito da pressão da racleta
MATERIAIS DA RACLETA
Poliuretano
Fabrico da racleta
DUREZA DA RACLETA
Regras gerais
FORMA DA RACLETA
Configuração da racleta
RACLETAS COM APOIO
Apoio interno
Apoio externo
Apoio de metal
RECTIFICAÇÃO/ AFIAMENTO DA RACLETA
Acabamento
Cantos
Cuidados com a racleta
RESUMO
TINTA
TINTAS
Tipos de tintas
Razões de escolha de um sistema de tinta
TINTAS DE BASE SOLVENTE
Utilização de tintas de base solvente
CURA REACTIVA (TINTA DE 2 COMPONENTES)
TINTAS DE BASE ÁGUA
Componentes básicos da tinta de base água (e secagem a jacto)
TINTAS DE BASE ÁGUA E CURA ULTRA-VIOLETA
Constituintes básicos das tintas UV de base água
Utilização de tintas UV de base água
TINTA CONVENCIONAL DE CURA ULTRA-VIOLETA
Componentes básicos das tintas de cura UV
Utilização de tintas UV convencionais
FACTORES QUE AFECTAM A CURA DE TINTAS UV CONVENCIONAIS
Efeito da espessura da película
Efeito da opacidade
Efeito da cor
GESTÃO DA TINTA
ARMAZENAMENTO DA TINTA
Manutenção das condições da tinta
Registos
Mistura e distribuição
Mistura automática
Manutenção de registos
Sugestões e dicas
MATRIZES (BÁSICO)
FABRICO
A moldura
A tela
Geometria da tela
Tensão da tela
Emulsão
FUNÇÃO DA MATRIZ
Tela
Emulsão
Moldura da tela
FABRICO DA MATRIZ (BÁSICO)
Passos do processo
CONTROLO DO PROCESSO
IMPORTÂNCIA DO CONTROLO DO PROCESSO
Controlo informal Variabilidade
Controlo formal
Medição do fora de contacto
Controlo do “peel off”
Preparar o distribuidor
Preparação da racleta
Medição da cor da tinta seca
Medição da espessura da tinta seca
Medição da espessura da tinta húmida
Controlo da mistura da tinta
Verificação da dimensão da imagem
Secadores
Vá em frente: “just do it!”
SISTEMAS E DOCUMENTAÇÃO
Ficha de controlo de produção
Modelo de ficha de controlo da produção
Procedimentos operacionais normalizados
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS
COMO RESOLVER PROBLEMAS
O que perguntar primeiro
Regras de ouro
FALHAS E CAUSAS
O futuro